Reabilitação para Idosos · Internação · Dois Irmãos/RS
Reabilitação geriátrica com internação e equipe multidisciplinar
Reabilitação intensiva em clínica multidisciplinar com internação: fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e hidroterapia num único plano de cuidado.
- 3–5 h
- Terapia por dia, em 2 a 3 sessões
- Semanal
- Reavaliação do plano pela equipe
- 24h
- Enfermagem e médico disponível
Cuidado estruturado para idosos em recuperação funcional, com acompanhamento médico, fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, nutrição e enfermagem.
No Serraville, a reabilitação para idosos acontece em clínica multidisciplinar com internação: terapia de 3 a 5 horas por dia, em 2 a 3 sessões, de segunda a sábado, com reavaliações semanais e round multidisciplinar mensal, sob supervisão médica e fisioterapêutica diária.




Condições com alto poder de incapacitação que acompanhamos na reabilitação para idosos:
As sequelas são minimizadas quando a reabilitação geriátrica é iniciada precocemente
Especialmente após AVC [1] e cirurgias ortopédicas, como prótese articular e fratura de quadril [2], [3], [4], [5], [6]
Estrutura de Atendimento
- Consultório médico, de psicologia, fonoaudiologia e nutrição
- Massoterapia e drenagem linfática
- Pacientes internados e ambulatoriais
- 100% das aberturas com isolamento termoacústico
- Cercado pela natureza local
- Prontuário eletrônico do paciente
- Calefação por piso aquecido
- Sonorização ambiente







Clínica de Fisioterapia
- Fisioterapia motora
- Fisioterapia neurológica / neurofuncional
- Fisioterapia Respiratória
- Condicionamento Físico
- Materiais e equipamentos de última geração
- Calefação por piso aquecido em todos os ambientes
- Espaços amplos e especializados
Piscina Terapêutica
- Temperatura constante entre 33–34 °C
- Barras de segurança em toda extensão
- Profundidade máxima de 110cm
- Desinfecção automática com baixíssimo teor de cloro na água
- Aquecimento e desumidificação do ambiente
- Projetada para pessoas com mobilidade reduzida
- Acessível para cadeira de rodas
- Piso antiderrapante com alto índice de atrito molhado
- Vestiários com calefação por piso 100% aquecido

Cuidados Especiais na Reabilitação de Idosos
Controle dos fatores de risco, ajuste de medicamentos, alimentação balanceada, convivência social e familiar são fundamentais.
Via de regra, a pessoa que necessita da reabilitação geriátrica é portadora de múltiplos fatores que contribuem para o estado de debilidade e deficiência.
Doenças como AVC, fraturas de quadril, Parkinson e demências costumam ser acompanhadas de comorbidades como hipertensão arterial, diabetes mellitus, dislipidemia e depressão, que aumentam a complexidade do tratamento.
O uso simultâneo de diversos remédios, conhecido como “polifarmácia”, aumenta o risco de interações medicamentosas e efeitos adversos que nem sempre são de fácil detecção e correção. Um exemplo comum são os psicotrópicos e benzodiazepínicos (“calmantes” e “remédios para dormir”) e antidepressivos, amplamente utilizados por idosos e que, sabidamente, aumentam a morbimortalidade geral, o risco de quedas, fraturas, pneumonias aspirativas, desnutrição, etc [7], [8], [9], [10], [11], [12]. A má adesão e a utilização incorreta de medicamentos prescritos, também são importantes fatores de risco para quedas[13].
Por isso é fundamental que o processo seja multidisciplinar e conte com planejamento e supervisão médica e fisioterapêutica diária, com acompanhamento diário e round clínico mensal em que todas as áreas revisam o caso.

Perguntas frequentes
- Para quem é indicada a reabilitação geriátrica multidisciplinar? Idosos em recuperação pós-internação hospitalar, pós-cirurgia (fratura de fêmur, prótese de quadril, cardíaca), com sequelas neurológicas (AVC, Parkinson, demências) ou perda funcional progressiva que requer cuidado clínico estruturado e equipe especializada.
- Qual a diferença entre reabilitação geriátrica e residencial para idosos? A reabilitação geriátrica é um programa clínico ativo, com terapias coordenadas, supervisão médica e fisioterapêutica diária e objetivo de recuperar ou preservar a funcionalidade possível. Residenciais, lares e ILPIs costumam ter foco em moradia assistida e cuidado cotidiano. Para entender essa diferença de forma mais ampla, conheça a página de clínica geriátrica com internação do Serraville.
- Quais especialidades compõem a equipe multidisciplinar? Médico geriatra, fisioterapeutas (neurológico, ortopédico, aquático), fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, psicólogos, neuropsicólogos, nutricionistas, enfermagem 24h, técnicos em enfermagem, assistente social e cuidadores treinados.
- Qual a duração média de uma internação para reabilitação? Varia de 3 semanas a 6 meses dependendo do diagnóstico, idade, condições associadas e objetivos terapêuticos. Reavaliações semanais e um round clínico mensal com toda a equipe multidisciplinar ajustam o plano e definem alta segura.
- Como a família pode acompanhar o paciente? Visitas livres em horário ampliado, comunicação periódica com a equipe médica, reuniões familiares programadas e relatórios funcionais. E quando há intercorrência, a equipe resolve e comunica: mais de 95% das intercorrências clínicas são resolvidas sem exigir providências da família.
Referências
- Horn SD, DeJong G, Smout RJ, et al. Stroke rehabilitation patients, practice, and outcomes: is earlier and more aggressive therapy better? Arch Phys Med Rehabil 2005; 86:S101.
- Siu AL, Penrod JD, Boockvar KS, et al. Early ambulation after hip fracture: effects on function and mortality. Arch Intern Med 2006; 166:766.
- Khan F, Ng L, Gonzalez S, et al. Multidisciplinary rehabilitation programmes following joint replacement at the hip and knee in chronic arthropathy. Cochrane Database Syst Rev 2008; :CD004957.
- Renkawitz T, Rieder T, Handel M, et al. Comparison of two accelerated clinical pathways–after total knee replacement how fast can we really go? Clin Rehabil 2010; 24:230.
- Pua YH, Ong PH. Association of early ambulation with length of stay and costs in total knee arthroplasty: retrospective cohort study. Am J Phys Med Rehabil 2014; 93:962.
- Tayrose G, Newman D, Slover J, et al. Rapid mobilization decreases length-of-stay in joint replacement patients. Bull Hosp Jt Dis (2013) 2013; 71:222.
- Lawlor DA, Patel R, Ebrahim S. Association between falls in elderly women and chronic diseases and drug use: cross sectional study. BMJ. 2003;327(7417):712.
- Woolcott JC, Richardson KJ, Wiens MO, et al. Meta-analysis of the impact of 9 medication classes on falls in elderly persons. Arch Intern Med. 2009;169(21):1952.
- Ray WA, Griffin MR, Schaffner W, et al. Psychotropic drug use and the risk of hip fracture. N Engl J Med. 1987;316(7):363.
- Ray WA, Griffin MR, Malcolm E. Cyclic antidepressants and the risk of hip fracture. Arch Intern Med. 1991;151(4):754.
- Ray WA, Griffin MR, Downey W. Benzodiazepines of long and short elimination half-life and the risk of hip fracture. JAMA. 1989;262(23):3303.
- Ensrud KE, Blackwell TL, Mangione CM, et al. Central nervous system-active medications and risk for falls in older women. J Am Geriatr Soc. 2002;50(10):1629.
- Berry SD, Quach L, Procter-Gray E, et al. Poor adherence to medications may be associated with falls. J Gerontol A Biol Sci Med Sci. 2010;65(5):553. Epub 2010 Mar 15.
Equipe multidisciplinar:
- Médico Pós-Graduado em Geriatria e Gerontologia
- Fisioterapeutas Especializadas em Hidroterapia
- Fonoaudióloga
- Nutricionista
- Enfermeiras
- Psicólogas
- Fisioterapeutas Especializadas em Geriatria e Gerontologia
- Terapeuta Ocupacional
- Educadores Físicos
- Técnicas de Enfermagem
- Musicoterapeutas
- Massoterapeutas